Deliberação do regulador que dá como não provada pressões ilícitas sobre o Público é um documento "vazio", diz Bárbara Reis, diretora do jornal.
"Com este documento grande mas praticamente vazio, a ERC revelou a sua inutilidade". A frase é de Bárbara Reis, diretora do jornal Público, em reação à deliberação da Entidade Reguladora para a Comunicação Social que dá como não provadas as pressões do ministro Miguel Relvas ao referido diário. "Em 50 páginas e depois de sete pessoas ouvidas, a ERC não concluiu nada e não conseguiu formar e dar uma opinião sobre o que se passou", insiste.
Bárbara Reis mantém a existência de "uma pressão inaceitável" como"desde o primeiro momento". E prossegue: "[A ERC] não foi capaz sequer de formular um juízo, de emitir uma opinião. Escudou-se na ideia de não ter conseguido provar factos - e de facto não há uma gravação dos telefonemas - para se abster de emitir uma opinião sobre o que se passou".
(Ler Aqui a declaração de voto contra do Vice-Presidente do Conselho Regulador da ERC, Arons de Carvalho)
(Ler Aqui a declaração de voto contra do Vice-Presidente do Conselho Regulador da ERC, Arons de Carvalho)
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